Pregação 16/2 Noite

Texto: Lc 12:16-21

Introdução:

  • Texto só presente só em Lucas. Semana passada preguei em João.
    João é o evangelho da tensão entre temas teológicos, como letra x
    Espírito; judeus x gentios; etc. São os problemas de pessoas da igreja. Já Lucas é o evangelho da tensão entre temas do dia a dia: são
    problemas das pessoas, sejam da igreja ou não.
  • Duas semanas atrás eu preguei sobre a parabola da dracma perdida. A comparação com esse texto é inevitável:
    • lá era mulher; aqui, homem
    • lá uma pessoa do povo; aqui um proprietário de terras
    • lá havia uma situação de falta; aqui há uma situação de abundância.
    • lá Deus louva a disposição para trabalhar; aqui Deus condena a ideia de parar de trabalhar.
  • o contexto do texto, como sempre acontece em Lucas, é um problema da vida real, uma herança, mas Jesus não está só falando de herança. Deus nos ensina nas coisas comuns do dia a dia.

1 – muito sem Deus, é pouco

  • o problema da parábola não é o dinheiro ou as propriedades: é a falta da verdadeira riqueza.
  • veja que ele não tinha amigos para conversar sobre o que fazer, nem pessoas para chamar para com ele se alegrar. Ele, diferente da mulher que perdeu a dracma, era uma pessoa só.
  • ele era rico, mas era pobre do que importava: a riqueza com Deus é a sua presença e a presença do próximo

2 – Há riquezas que aproximam e pobreza que afastam… e vice versa

  • agora não falo de dinheiro, mas dos talentos e dons que Deus nos dá. Como você usa essas coisas? Você aproxima as pessoas ou afasta as pessoas?
  • aquele homem queria usar o que Deus deu só para si. E Jesus chama ele de louco! Um dia vamos prestar conta das ‘riquezas’ que Deus nos deu.

3 – É uma parábola sobre igrejas e pastores também!

  • há igrejas que tem muitos membros, mas os pastores não se preocupam com eles.
  • eu tenho muito zelo pelo que Deus deixou para cuidar. Nós na verdade não somos donos, somos mordomos.
  • essa palavra é sobre alguém que não soube organizar o que Deus deu e o que ia dar. A gente não destrói celeiros.

Conclusão

  • o pouco com Deus é o bastante.
  • esta igreja é como um celeiro que tentaram destruir. Mas Deus não deixou!

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